Teoria Centro Periferia da CEPAL Olá, estudante! Esta atividade corresponde à Atividade de Estudo 1 Após o término da Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas formaram a Comissão Econômica
Teoria Centro Periferia da CEPAL
Olá, estudante! Esta atividade corresponde à Atividade de Estudo 1
Após o término da Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas formaram a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), a fim de realizarem pesquisas para o desenvolvimento da região. Terminado o conflito, os Estados Unidos destinaram grande volume de recursos para a reconstrução da Europa, a qual havia sido destruída pela Segunda Guerra Mundial. Os governos latino-americanos desejavam que os Estados Unidos estendessem o referido plano para a América Latina também. Nesse sentido, os primeiros trabalhos da Cepal procuravam diagnosticar os problemas de cada país em particular, objetivando detectar os obstáculos ao desenvolvimento econômico.
Fonte: TREVISAN,J. O. A; REQUENA, L. S.S. Desenvolvimento Socioeconômico. Maringá, Unicesumar, 2019.
A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), sob forte influência de economistas, como Raúl Prebisch e Celso Furtado, formulou uma interpretação crítica sobre o subdesenvolvimento latino-americano no século XX. Partindo da ideia de que a economia mundial está estruturada em uma relação desigual entre centro e periferia, a Cepal defende que o subdesenvolvimento não é uma etapa anterior ao desenvolvimento, mas uma condição historicamente produzida. Considerando essa contextualização, elabore um texto que contemple os seguintes pontos:
a) Explicação do conceito de centro-periferia e como ele se relaciona com a deterioração dos termos de troca.
b) Discuta os limites e as críticas ao modelo cepalino, especialmente a partir das transformações da economia mundial na segunda metade do século XX.
ATIVIDADE 1 – ECO – DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO – 52_2026
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Primeiro, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe explicou a divisão entre centro e periferia. Em seguida, destacou o controle tecnológico dos países centrais. Além disso, mostrou a dependência periférica da exportação de matérias-primas. Portanto, o desenvolvimento ocorre de forma desigual. Contudo, essa relação limita o crescimento econômico. Assim, a dependência externa reduz a autonomia produtiva. Por outro lado, políticas industriais podem reduzir desigualdades. Finalmente, a teoria defendeu mudanças para ampliar o desenvolvimento regional.
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